Nos anos 70, uma das mais completas investigações sobre as profundas fendas no oceano e sua relação com vulcões e terremotos foi tornada pública.
Um trecho de uma palestra do Mestre Samael Aun Weor dá um relato esclarecedor do que agora é conhecido como o Anel de Fogo do Pacífico.
Cientistas da Universidade Columbia informaram publicamente há tempos sobre as fendas que existem nos oceanos, resultantes das diversas atividades telúricas dos últimos anos. Têm pelo menos 90 mil quilômetros de comprimento, com uma largura média de 40 e uma profundidade aproximada de 2,5.
A fenda vai desde o Atlântico até o Índico, e desde o Antártico até o Ártico. Bordeia o continente americano, assim como o asiático, ficando no centro do descomunal anel de falha submarina todo o oceano Pacífico. Resulta palmário e manifesto, meus irmãos gnósticos, que as tremendas fendas submarinas acimas citadas têm sua base fundamental no Círculo Polar Antártico, perto do polo Sul.
É muito curioso que precisamente ali se encontraram águas quentes cercadas pelo gelo polar a muitíssimos graus abaixo de zero. A fenda marítima parte da Antártida e vai até muito perto do cabo de Hornos, algo que já está devidamente comprovado. Resulta interessante a bifurcação em dois ramais, um que se dirige até o leste e outro que se perde no ocidente. Foi-nos informado oportunamente que a fenda do oceano Pacífico segue uma trajetória sinuosa, quase costeando o continente americano de maneira que vai passando por Chile, Peru, Equador, El Salvador, Guatemala, Oaxaca e Guerrero no México, golfo da Califórnia, EUA, Canadá e Alasca.
Foi-nos dito que no Alasca tal fenda se quebra totalmente para seguir ao longo das famosas Ilhas Aleutas e que um ramal atravessa todo o Alasca. Os terremotos em Fairbanks, que está no centro da península, foram muito especiais como o ocorrido em março de 1964. Explicaram-nos claramente, e isso é algo que agradecemos, que o ramal já comprovado das ilhas Aleutas vai até Tóquio, Japão, tocando as ilhas Sappro, Hakkaido, Kawa, Urukawa, Kabaiwa e outras.
Foi-nos ensinado com toda claridade meridiana que desde Japão partem dois ramais secundários para o Havaí. O principal viaja até Filipinas, Nova Zelândia, de onde regressa a seu ponto de partida original (a misteriosa Antártida). Ficando assim, meus irmãos gnósticos, um círculo terrível que relato de características completamente apocalípticas.
É bom que vocês anotem cuidadosamente todos esses detalhes. É necessário que vocês compreendam, que tomem consciência do que isso significa. Falemos agora um pouco mais, falemos das fendas do Atlântico; rogo a todos que ponham o máximo de atenção. Poderemos estar absolutamente seguros que a fenda do Atlântico tem seus fundamentos no Mar da Noruega; que em seu percurso passa em frente à Espanha, Portugal, e uma parte da África. É algo que em modo algum deve surpreendernos, estamos muito seguros que tal fenda termina na Guiné portuguesa.
Ramal do Oriente, a greta extraordinária que se dirige para o oeste do Mundo, nasce, como já está dito, na misteriosa Antártida e passa em frete ao Cabo da Boa Esperança, Madagascar e Mar de Arábia, para terminar no Mar Índico.
Qualquer estudo analítico judicioso, feito sobre esse sistema de fendas, vem a demostrar de forma palmaria e evidente que o PERIGO MÁXIMO se encontra no Pacífico. Não cabe a menor dúvida que A FENDA DO PACÍFICO originará muito em breve espantosos cataclismos mundiais.
Não há dúvida que os lugares mais castigados pelos terremotos e maremotos se localizam, precisamente, no oceano Pacífico, e se correspondem em paralelo aos de América com os de Ásia. Por exemplo: Ilhas Aleutas, formam, por si mesmas, uma linha aproximadamente no paralelo 50 Norte, Japão, quase o mesmo paralelo que São Francisco, Califórnia...
É curioso, meus caros irmãos, que agora estão se desencadeando os terremotos em série na península californiana, prejudicando muito especialmente a Los Angeles e a outros povos dos arredores. Formosa, Havaí e o golfo de Califórnia estão sobre o Trópico de Câncer; Filipinas e Guatemala estão sobre o paralelo 15 Sul. Nova Zelândia e República do Chile estão sobre o paralelo 40 Sul.
Que há relação entre fenda e fenda, é algo que de modo algum deve nos causar surpresa. Não é estranho que a enorme fenda que nesses instantes põe em perigo toda a península da Califórnia se encontre intimamente relacionada a todo o sistema de fendas do Pacífico.
O mar é berço e sepulcro de terras, ilhas, penínsulas, continentes, etc. etc. etc. Por muito fortes e estáveis que pareçam todos os diferentes aspectos geológicos deste mundo, podem ser transformados, totalmente, através do sistema de fendas submarinas.
Não necessitamos fazer suposições. É urgente, meus caros irmãos, saber que nesses nove ou dez mil quilômetros de fendas submarinos, em alguns lugares a ruptura já chegou a ponto de pôr em contato direto o fogo do interior da Terra com a água do mar.
O ELEMENTO ÍGNEO do interior do mundo encontra-se nestes momentos em DESASSOSSEGO. Pressões e vapores aumentam de instante em instante; inusitada atividade vulcânica vai se intensificando em todo o planeta Terra, uma vez que pressões e vapores buscam o ponto de menor resistência. É lógico, meus caros irmãos, que todas as pressões e vapores no interior do mundo em que vivemos busquem, como é lógico, o ponto mais débil.
Treme a Terra! Os terremotos irão se fazendo cada vez mais intensos. As camadas mais resistentes incham, até que um dia explodem. Todas as cidades e povos do mundo cairão como castelos de naipes transformados em cinzas, e um SOM muito ESTRANHO sairá do fundo do mar. E escrito está com palavras de fogo no Livro da Lei que “serão tantos os mortos como as areias do mar e não haverá remédio”...
O mundo entrou em uma GRANDE CRISE, meus caros irmãos, compreendam. A Terra toda irá se cobrindo de vapor, pouco a pouco. O planeta Terra está entrando em plena ATIVIDADE VULCÂNICA por todas as partes. As crateras expelirão vapores deletérios, cinzas, fogo. O céu se escurecerá, impedindo o passo da luz solar...
O FRIO se converterá em um espantoso congelante. O gelo polar, arrastado pelas terríveis ondas, navegará até a zona equatorial, esfriando a atmosfera...
Descompensações no ar, CICLONES mortíferos que acabarão com povos inteiros, chuvas torrenciais, etc. etc. etc. É óbvio que nestas circunstancias será impossível viver. A Raça Ária, isto é, nossa raça, chegará a seu final apocalíptico.
A IDADE DE FERRO na qual estamos coincide sabiamente com o CICLO ELETROQUÍMICO. Tal ciclo se iniciou com a cultura greco-romana e concluirá no ano 2500. Os cataclismos do final do Kali Yuga já se iniciaram; a Idade Negra terminará no horroroso precipício...
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